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segunda-feira, 30 de abril de 2012

O Mendigo é gente igual ao doutor.

Seja uma pessoa melhor para melhorar o mundo
Vivemos atualmente em uma sociedade onde os valores estão invertidos.
Pessoas trabalham a vida toda sem ter nada além de um salário miserável.



E para muitos o crime compensa.
Os criminosos estão soltos nas ruas e nós presos, com medo, em casa.
A ignorância impera e a sabedoria declina.


Valoriza-se o que não tem valor e desvaloriza-se o que tem valor.

Andando cegamente em um mundo alienado.
Os zumbis que fumam crack no centro das grandes cidades.
Os nossos direitos estão sendo violados.
Lembrem-se, a vida não é um jogo.
Não tem vencedor nem perdedor.
Apenas seres humanos.
Somos todos iguais nesse condição.
E devemos nos tratar igualmente.
Independente de credo, raça, opção sexual, ou condição económica ou social.
O mendigo é gente igual ao doutor. Alguns tiveram mais opções que os outros.
Quem nasce nas favelas não tem as mesmas oportunidades de quem nasce dentro dos condomínios fechados.
Mas alguns tiveram suas chances e desperdiçaram.
Fizeram as escolhas erradas, em vez de estudar escolheram a ignorância.
Em vez da paz escolheram a violência.
Em vez da atitude escolheram o descanso.
Em vez da alegria escolheram a tristeza.
Em vez da luta se acovardaram.

Precisamos da lanterna da sabedoria que nos guiará para longe da falência social .
Precisamos de mais educação, apesar dos professores ganharem MUITO mal.
Precisamos de mais saúde, mas os hospitais não tem recursos e funcionários bem pagos e em número adequado.
Precisamos de segurança, mas a polícia ganha MUITO mal e muitas vezes se deixa corromper.
Precisamos de política que melhore esse quadro, mas os políticos governam em benefício próprio.
Não seja um desses que se sentaram no trono de seus apartamentos, com a boca escancarada, esperando a morte chegar.
Faça parte do time daqueles que lutam para melhorar a situação.

Seja uma pessoa melhor para melhorar o mundo.
(Desconheço a autoria)

terça-feira, 17 de abril de 2012

Somos todos equilibristas sobre uma corda a 500 m de altura.


Por vezes, 
penso que somos todos equilibristas sobre uma corda a 500 m 
de altura, e que tudo decorre normalmente enquanto não olhamos para baixo.

Alguns de nos porem, perde a cadencia do movimento e olham para baixo durante um segundo - e nunca mais voltam a ser os mesmos: FICAM SABENDO.
(Dorothy Gilman)

domingo, 15 de abril de 2012

VIDA DE MISSIONÁRIA.

Vê o que ninguém vê,
Ouve o que ninguém ouve,
Sente o que ninguém sente.
Porque foi chamada por Deus.

Quando em momentos de solidão,
Reflete sobre o que pode melhorar.
Como pode se doar mais.
Como aprender mais dos planos de Deus.

Chora com os que choram,
Conquista com a ajuda do Senhor,
Ama quando ninguém mais ama.
Abraça e consola o aflito.

Serva separada, aperfeiçoada,
lixada, tratada pelas carinhosas mãos do Senhor,
O nosso Deus.

Seu objetivo é pregar a maior e mais linda mensagem do mundo;
A causa o nosso Salvador e Senhor Jesus Cristo,
para que pessoas possam
viver e viver abundantemente.
É capaz de dar sua própria vida
por amar o que segue.

Capaz de entregar seus sonhos, seus planos,
em favor de muitos.
Em meio a suas angústias,
procura refúgio no altar do Senhor.
E sabe que só Nele encontra consolo.

Não estabelece seus princípios
em verdades humanas,
Mas estabelece e firma sua vida
na palavra de Deus.

MISSIONÁRIA NÃO QUESTIONA MAS OBEDECE ..."EIS ME AQUI SENHOR PRA FAZER A TUA VONTADE"


Sei o que é deserto e o que é prova, o que é vale e o que é cova,
Também sei o que é o agir de Deus.
Sei o que é entrar numa fornalha, enfrentar uma batalha, ser perseguida só por ser fiel.
Eu sei que o inimigo fez de tudo, pra roubar o meu sorriso, e os sonhos que sonhei.
Quantas lágrimas pra escrever a minha história,
Mas eu conquistei vitórias que jamais esquecerei
Nos momentos de sofrimento e dor
O meu Deus me ajudou, e por isso eu aqui cheguei.


Eu enfrento Acabe, desafio a Baal,
Eu prego a verdade, fujo de Jezabel,
Sou como Elias pode alguém não gostar,
Pode até me chamar "Perturbador de Israel"
Sou mais um João Batista, não aceito pecado,
E não tenho medo da repercussão,
Deus me chamou para ser um profeta,
Não escondo a verdade não me vendo não,
Sei que Deus é comigo sei que eu sou ungida
Eu fui separada sou um vaso de Deus,
Paguei o preço pra ser aprovada
Mas hoje estou sendo honrada
Vale ser fiel a Deus
Vale a pena ser fiel.



Eu não me arrependo das coisas que fiz pra ser fiel ao meu Senhor,
Eu não me arrependo das lágrimas que derramei por amor a Sua obra,
Custe o que custar não abro mão de ser fiel a Ele,
E se for preciso eu enfrento tudo de novo
Vale a pena ser fiel a Deus ...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Sorriso de criança

Se existe algo belo na face da Terra, esse algo é certamente o sorriso de uma criança. 

Explico.
O sorriso de uma criança não é algo que se constrói. Não pode ser vendido. Não tem receita. Não tem marca. Não tem bula. Não tem selo. Não tem etiqueta. Portanto, não é falso. Ele é genuinamente verdadeiro.
O sorriso de uma criança vem de dentro do seu coração. Da pureza de um coração que ainda não aprendeu a mentir, a falsear, a enganar, a ser mal educado, a ser socializável, a ter um sorriso de soslaio como tem os adultos sempre nas horas mais impróprias.
Quando uma criança sorri, ela sorri porque algo a fez feliz naquele momento.
Ela sorri porque se recordou de algo bom que viveu. Seu sorriso é mais do que isso: ela pede, solicita e suplica que lhe devolva aquele momento que a fez recordar de uma boa lembrança ou de uma lembrança suficientemente boa.
Não é como nós adultos, que tomados da nossa empáfia quando encontramos alguém que não desejamos ou não gostamos, soltamos a esmo: “Oi querida(o), como você está? Tudo bom?” com um sorriso amarelo de orelha a orelha. Ao passo que escondemos em nossas mentes pensamentos atrozes tais como “Mas o que é que esse chato está fazendo aqui? Ai meu deus, lá vem essa mulher de novo? Que saco!”.
O sorriso de uma criança não é incongruente com o seu pensamento. Ela sorri porque acha que ela deva sorrir quando encontra algo que a faz feliz. Ela pede que a amemos como o fizemos antes, na sua parca memória.
Ela solicita nosso gesto espontâneo porque entende que, de fato, é verdadeiramente responsável por aquilo que cativou, como certa vez disse uma raposa.
Nenhum sorriso infantil, por conseguinte, vem desacompanhado por si. Ele geralmente trás consigo um brilho nos olhos quase marejados e “clorificados” de seu encanto e pureza sem igual e sem o qual não seríamos objeto nem do seu desejo nem do seu amor, muito menos do seu apelo. Toda mãe e todo o pai reconhece o sorriso do seu filho quando criança, e por este é reconhecido.
Com ou sem dentes, com ou sem lágrimas, com ou sem uma doce risada, com ou sem palavras, ninguém fica incólume ao sorriso de uma criança. Pelo contrário. Nós nos desapegamos da viscosidade de sermos adultos e nos agarramos firmemente ao sortilégio de, por um breve segundo sequer, voltarmos a agir como uma criança novamente.
Os consumidores compulsivos de “sorrisos infantis” certamente já passaram pela experiência de dizer ou fazer coisas que sequer tem correlato na linguagem infantil. São sons inaudíveis, caretas e gestos ridículos, que só esses “consumidores” verdadeiramente apaixonados “pelo sorrido de uma criança” são capazes de fazer.
Só um adulto pode tentar ser ou agir como uma criança, mas ele é incapaz de sorrir verdadeiramente como a criança que fora outrora. Em compensação, só uma criança pode sorrir com o ar de infante que lhe é característico, porque ela teve a sorte de (ainda) não passar pela sofismável e contaminável experiência de ser um adulto.
O sorriso de uma criança é generoso por si. Ele nos cala, mas também nos faz falar. Ele dói, mas a dor é prazerosa. Ela nos toca, mas não no coração, é na alma. Ele nos tira o fôlego, mas é para podermos respirar melhor no momento seguinte. Ele nos acalma. Nos aquieta. Pode até nos inquietar. Ele nos satiriza, mas é por uma boa causa. Ele nos dá esperança, mas essa esperança é vã.
A esperança vã é de saber que aquela criança e aquele sorriso pode até se perder no futuro sorriso do adulto que se transformará, mas em algum dado momento, ele retornará ao seu verdadeiro dono no instante exato que encontrar o sorriso de uma outra criança. A criança que foi. A criança que se é. A criança que se tornou. Sorria.  (Sergio Silva)


(Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus, dizendo: Quem é o maior no reino dos céus?
E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles,
E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.
Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus. 
Mateus 18:1-4)

I HAVE SET BEFORE THEE AN OPEN DOOR

Mantenha seus olhos nas coisas do alto.

Enquanto voce dormia ontem, 30.000 crianças morreram de fome...

terça-feira, 3 de abril de 2012

Estou farto de escândalos gospel


É isso aí: estou farto de escândalos gospel. Basta! Nao aguento mais chegar na igreja ou na internet e, antes mesmo de escutar um “bom dia” ouvir de cara: “Soube da última?”.  Meu Deus, que está acontecendo conosco? Por que nós, o povo chamado para ser sal da terra e luz do mundo, vivemos caçando a última fofoca do meio evangélico, o mais recente disse-me-disse, o babado do momento?! Em que ponto a desgraça alheia se tornou tão importante para nós? Algo está errado conosco. Muito errado. E temos que mudar isso.

Na época de minha conversão eu me reunia com o grupo de jovens da minha igreja e conversávamos sobre assuntos essenciais da fé. Falávamos dos fundamentos do cristianismo, de operações do Espírito, de milagres, de testemunhos, dos nossos sonhos com Deus, das experiências que tivéramos aquela semana com o Senhor, daquilo que Jesus havia feito por nosso intermédio. Tirávamos dúvidas bíblicas, planejávamos estratégias evangelísticas e… orávamos! Orávamos muito. Por nossa igreja, nossos pastores, pelos departamentos da igreja, pela liderança, pelas atividades, pelos enfermos, pela salvação de almas. Por milhões de coisas que nos transportassem para a dimensão do Espírito. Tínhamos sede desesperada de Deus, Ele era nosso assunto predileto. Mesmo quando começávamos a falar de trivialidades, como futebol e outras perfumarias, a conversa acabava tomando um viés espiritual.

Mas hoje… hoje os irmãos se reúnem para comentar o último escândalo. Escândalos no ministério, então, fazem o maior sucesso: o pastor famoso da TV que enganou o povo com campanhas para comprar um jatinho. O pastor famoso do twitter que pregou heresias. O pastor emergente que lançou no youtube um vídeo irresponsável para promover seu último livro. O pastor que chamou outros pastores de “bundões”. O pastor que tinha caso com muitas meninas da igreja. O pastor que acusou outro pastor de ter casos com as recepcionistas de uma emissora de rádio. O pastor acusado que chama o acusador de “cachorro morto”. O pastor que adulterou. O adúltero que virou pastor. Escândalos, escândalos, escândalos.

Basta!

Outra fonte suculenta de escândalos é o meio artístico gospel. A cantora gospel que se arrastou pelo palco feito bicho. A cantora gospel que foi vista atracada com um homem no estúdio de gravação. O marido da cantora gospel que arranjou uma amante. O grupo gospel que foi cantar no Faustão por questões de marketing. A cantora gospel que falou mal da antiga gravadora num programa de auditório. O grupo gospel cujo solista rachou pra seguir carreira solo e ganhar mais dinheiro. O cantor que vem a público revelar que inventou profecias pra manipular o povo. Escândalos, escândalos, escândalos.

Basta!

E no campo da política então! Os escândalos dão a tônica: é o pastor-deputado que sai no tapa com grupos gays. É o deputado daquela igreja xis que foi pego roubando. É o deputado da “bancada evangélica” flagrado recebendo propina. É o senador evangélico pego em maracutaias. É o vereador evangélico que bateu boca em público. Escândalos, escândalos, escândalos!

Meu Deus! Basta!

Que escândalos ocorram é previsível. Sempre houve e sempre continuará havendo. Pois onde há homens há pecado e quando o pecado se torna público há escândalos. O problema não é esse, em essência. O problema é o que está havendo com os nossos corações. Por que razões  nós adoramos esses escândalos?! Amamos falar dos que caíram. Apontamos o dedo para os que pecaram. Sorrimos com superioridade ao saber da queda daquele grande homem de Deus. Ficamos contentes de banir dos momentos de louvor o corinho daquele cantor gospel que foi pego fazendo o que não devia. Se sair em uma revista então! É a glória! Parece que o povo cristão tem sido acometido de um prazer sádico e sórdido de descobrir e comentar para o máximo possível de pessoas o último pecado que houve envolvendo alguma celebridade do meio evangélico. Quando deveria ser o contrário!

A Bíblia Sagrada nos ensina a chorar com os que choram. Por que em vez de sairmos comentando com todos os nossos irmãos sobre o pecado daquele pregador como velhinhas futriqueiras não nos lançamos sobre nossos joelhos e clamamos a Deus em meio a lágrimas pela restauração dele? A Palavra do Senhor nos ensina a tomar a adúltera pela mão, erguê-la da lama, dar-lhe amor e dizer “vai-te e não peques mais”. Mas o que temos feito? Se a adúltera já está com a cara na lama nós pisamos em sua cabeça e a afundamos ainda mais no lodo. Que vergonha que sinto de nós quando vejo isso acontecer!

Temos vivido o “evangelho” da videocassetada, em que morremos de rir com o irmão que se estabaca no chão. Mas Jesus nos diz para levantar o abatido! Temos de levantar quem caiu. Dar-lhe amor. Conduzi-lo ao arrependimento. Fazer dele novamente uma ovelha sem feridas, embora com cicatrizes. Mas o que temos feito? Temos enfiado nossos dedos nas chagas dos feridos e retorcido nossas mãos até que a ferida sangre novamente. Infeccione. E depois levamos nossas mãos ensanguentadas à igreja e as exibimos, orgulhosos, aos irmãos: “Já soube da última”?

Bem-aventurados os pacificadores, aqueles que trazem a paz em meio à tribulação, à desgraça, ao escândalo. Bem-aventurados os misericordiosos, aqueles que nutrem pesar profundo pela desventura do próximo. Mas temos sido perversos. Nunca oramos pelos que são pivôs dos escândalos. Quer ver? Quantas vezes você orou por aquele pastor que está pregando que Deus não está no controle de tudo? Quantas orações vocé já dirigiu ao Altíssimo suplicando que o pastor da TV que engana o povo com campanhas antibíblicas para arrecadar dinheiro se converta de seus maus caminhos, pare de pregar  prosperidade e volte à vereda da justiça? Quantas lágrimas você derramou intercedendo por aquele político que se diz evangélico para que ele de fato venha a ser salvo pelo Senhor Jesus? Quantos minutos você dedica em oração por aquele ministério de louvor que se transformou numa empresa da música para que volte a ter como foco o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo? E agora compare: quanto tempo você passou comentando, criticando e alimentando o interesse por esses casos escandalosos?

Nós somos os culpados. Eu e você. Pois temos nos entretido sadicamente com os escândalos. Temos alimentado os escândalos em nossas conversas, tuitadas e blogadas.

Mas tenho buscado fugir deles. Sei que preciso avançar mais nesse sentido, pois ainda há em mim a semente do sadismo de pisar na cabeça do caído e espalhar aos quatro ventos o pecado dos outros, confesso. Talvez, refletindo freudianamente sobre isso, seja porque, ao fazer isso, eu me sinta um pouco mais normal por ser tão miserável como aqueles que são pivôs de escândalos. Mas fato é que de nossa boca não devem sair palavras torpes. E isso não se refere apenas a palavrões. Refere-se a palavras que não edificam. “Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem” (Ef 4.29).

Temos de aprender a refrear a nossa língua. “A língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também, a língua é um fogo; é um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno” (Tg 3.5,6). E mais: a Bíblia deixa claro que vocé pode ser o cristão mais sem pecado do universo, mas se não consegue refrear a língua tudo o mais da sua fé é inútil, não serve para nada: “Se alguém se considera religioso, mas não refreia a sua língua, engana-se a si mesmo. Sua religião não tem valor algum!” (Tg 1.26). Você consegue perceber a seriedade disso? O peso que isso tem no mundo espiritual?

Não estou com isso dizendo que devemos varrer a sujeira para baixo do tapete. Esconder o que está errado não é a solução. Crimes e heresias devem ser denunciados. O grande problema dos escândalos é a nossa sede de sangue, nosso detestável prazer oculto e disfarçado de querer ver o circo pegar fogo. O prazer que nós, cristãos, eu e você, temos demonstrado ao diagnosticar a sujeira. E a satisfação que demonstramos ao propagar esses escândalos para as demais pessoas. Ao ouvir sobre a queda de um irmão, a primeira coisa que deveríamos pensar é “o que posso fazer para reerguê-lo?” e não “para quem posso contar que ele caiu?”.

Basta. Por favor, não venha me falar de escândalos entre evangélicos. Se quiserem que eu ajude a orar pelos que caíram ou se desviaram, contem comigo. Caso contrário, poupem meus ouvidos de toda sorte de sordidez perversa e sádica. Há males em nosso meio? Há. Há hereges e falsos pastores em nosso meio? Sim. Há artistas gospel mais preocupados com seus cachês do que com a exaltação do Altissimo? Muitos. Há bandidos, assassinos, pecadores, mentirosos e adúlteros em nossas igrejas? Aos montes. A pergunta que se faz necessária aqui é: como devemos reagir a isso? Jogando lenha na fogueira ou pacificando? Ajudando a apagar os incêndios e socorrer os feridos ou arremessando barris de gasolina nas chamas?

Temos reagido irresponsavelmente e de modo nada cristão ao alimentar essa multidão de escândalos. E, ao propagar os escândalos, quem se torna escândalo somos nós.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.


Escrito por: Maurício Zágari

"Ai do mundo por causa dos escândalos; porque é mister que venham os escândalos; mas ai daquele homem por quem o escândalo vem! Mt 18.7
Tanto quem pratica o escandalo quanto o que divulga o escadalo, entristecem o coracao do Pai.
Desta forma esta plantando a semente de rejeicao no coracao daqueles que ainda estao nas trevas. (Marinice Alves Cardoso)